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Peca Permissão aos Elementais Quando Transites por Lugares Naturais

  • há 7 horas
  • 3 min de leitura

A natureza não é um lugar vazio.

Não é um cenário simples para o homem moderno.

A natureza é um território vivo.

Cada floresta, cada rio, cada montanha e cada vale são habitados por inteligências invisíveis que trabalham constantemente no equilíbrio do mundo. Na doutrina gnóstica ensina-se que toda a natureza é animada por elementares e devas, consciências inocentes que vivem dentro das plantas, águas, pedras e elementos.

A terra tem vida.

A água tem memória.

O ar tem movimento consciente.

O fogo tem inteligência.

É por isso que quando andamos por uma floresta, quando subimos uma montanha, quando tomamos banho no mar ou em um rio, não estamos entrando em um lugar vazio, mas no território da natureza viva.

E por essa razão é sensato pedir permissão.

Pare antes de entrar.

Antes de começar a trilha,

antes de atravessar o rio,

antes de subir um cerro ou atravessar um bosque…

Pare um pouco.

Faça uma pequena pausa em silêncio.

Não entre com pressa ou arrogância.

Não entre como dono do lugar.

Respire fundo, acalme a mente e cumprimente o lugar.

Você pode fazê-lo com um pensamento simples e sincero:

“Peço permissão aos elementares e devas deste lugar para transitar em paz.

Que minha presença não cause danos e que minha passagem seja respeitosa.”

Faça uma saudação colocando os braços em forma de cruz sobre o peito, com a mão direita sobre a esquerda e incline-se ligeiramente para a direita dizendo "Jaquin" e depois para a esquerda dizendo "Boaz".

Esse simples gesto de consciência cria harmonia com as forças da natureza.


Respeite a vida das plantas

Se você precisa cortar um galho, pegar uma folha ou arrancar uma flor, primeiro avise o elementar da planta.

Na sabedoria esotérica ensina-se que cada planta tem uma alma elementar que sente e responde à intenção humana.

Quando avisado com respeito, esse elementar pode retirar sua energia da parte que será cortada, e assim o dano é menor.

Não tome da natureza com violência.

Leve com gratidão e consciência.

Se você pegar uma pedra ou um objeto natural

Quando encontrar uma pedra em um rio, uma concha na praia ou algum objeto natural que queira manter, primeiro peça permissão ao guardião do lugar.

Você pode dizer internamente:

“Se for permitido, desejo levar esta pedra comigo como memória e símbolo deste lugar.”

Se a natureza permitir, você sentirá paz fazendo isso.

Se não, é melhor deixá-la onde está.


Subindo montanhas ou caminhando em lugares sagrados

Montanhas, selvas, lagoas e desertos possuem guardiões invisíveis. São inteligências da natureza que protegem esses lugares.

Por isso, antes de iniciar uma caminhada ou peregrinação, é recomendável pedir permissão aos espíritos e guardiões do lugar.

Mesmo que você não os veja nem os ouça, eles percebem sua intenção.


Comunique-se com a natureza

Não importa se você ainda não consegue ver, sentir ou ouvir os elementares.

A comunicação com a natureza começa com respeito.

Toda a natureza:

ele ouve-te,

observa você,

e percebe a tua vibração.

Toda ação humana no microcosmo tem impacto no macrocosmo.

Por isso é importante caminhar pela terra com consciência.


Agradeça à natureza

Quando você se aproximar de uma árvore, planta ou floresta, lembre-se que muitas dessas plantas contêm remédio para o corpo e a alma.

Agradeça por sua existência.

Agradeça pelo ar que você respira.

Agradeça pela água que te purifica.

Agradeça pela terra que sustenta seu corpo.

A gratidão abre as portas da natureza.

Despeça-se quando sair.

Ao abandonar um lugar natural, também é lindo dizer adeus.

Você pode fazê-lo com um pensamento simples:

“Obrigado por me permitir entrar neste lugar.

Retiro-me em paz e com gratidão.”


Um ato de humildade

Pedir permissão à natureza não é superstição.

É um ato de consciência e humildade.

Significa reconhecer que o ser humano não é dono do mundo, mas sim visitante dentro de uma criação viva e sagrada.

Quando aprendemos a andar com respeito pela terra, a natureza deixa de ser uma paisagem... e torna-se uma professora silenciosa.

Deus abençoe.

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