Renascer num Planeta Inferior
- há 40 minutos
- 2 min de leitura

Resumo do Capítulo 13 — "Os que Emigrarão para um Planeta Inferior", da obra Mensagens do Astral.
Neste capítulo, o mestre Ramatís responde a perguntas sobre a emigração de espíritos terrícolas para um planeta primitivo. Principais tópicos abordados:
A proporção dos "emigrantes": cerca de dois terços da humanidade serão transferidos para um orbe inferior, somados a espíritos desencarnados selecionados no Além, os chamados "esquerdistas" do Cristo.
Não é punição, nem involução: Ramatís insiste que a transferência é reeducativa, não punitiva. Compara a alunos que precisam repetir uma lição, não descem de "série", apenas reforçam o aprendizado.
O paralelo com reencarnações expiatórias: assim como na Terra um potentado orgulhoso pode renascer humilde, os "exilados" reencarnam em corpos mais rudes (associados aos "homens das cavernas") para retificar excessos e paixões, sem perder a consciência espiritual conquistada.
Benefício mútuo: os exilados, mesmo em corpos primitivos, elevam espiritualmente aquele mundo, como um enxerto de planta superior num tronco selvagem.
Crítica à hipocrisia civilizada: Ramatís é contundente ao dizer que muita gente "culta e elegante" tem alma mais grosseira que o "homem das cavernas", e que roupas finas não escondem a violência do coração.
Os que ficam: apenas quem vibra em sintonia com a "direita do Cristo", marcados pela fraternidade universal, o desapego e o amor ao próximo, permanecem na Terra, que se tornará uma "escola do mentalismo".
Mecânica cósmica da transferência: descrita como "subtração magnética gradativa", um processo natural de afinidade vibratória, não uma ação arbitrária.
O retorno: os exilados poderão voltar à Terra após ciclos de purificação.
Base doutrinária: o capítulo termina citando Allan Kardec e a pluralidade dos mundos habitados constante na codificação, reforçando que emigrações coletivas entre mundos já são previstas no Espiritismo.
Por trás da linguagem cósmica e às vezes contundente, a mensagem central de Ramatís é profundamente otimista: nenhum esforço espiritual se perde. Mesmo quando erramos, mesmo quando parecemos "regredir", a essência que já conquistamos continua viva dentro de nós, como a semente que não esquece a flor que já foi.
Ramatís nos convida a olharmos as próprias dificuldades, e as dos outros, sem julgamento definitivo. Um tropeço não apaga uma vida inteira de conquistas internas; ele é apenas uma pausa pedagógica no caminho. E mais: o mestre lembra que evolução não se mede pela aparência exterior — diploma, elegância, discurso bonito — mas pela qualidade do amor que colocamos em prática.
Isso é libertador: convida a menos ansiedade com status e aparências e mais atenção ao que realmente importa, o cuidado genuíno com o próximo.
Por fim, há uma mensagem de esperança coletiva: por pior que pareça o momento presente, existe sempre um projeto maior de reeducação e reencontro. Nada, nem ninguém, é definitivamente abandonado.
E você?
Olhando para sua própria trajetória, consegue identificar algum "tropeço" do passado que, hoje, enxerga como parte necessária do seu amadurecimento espiritual?
Semeie as Pérolas de Ramatís.
Mestre Ramatis.




Comentários