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Médiuns atuando no Plano Astral, A Primeira Lei da Apometria

  • há 16 horas
  • 2 min de leitura

O desdobramento espiritual, conforme os ensinamentos de Mestre Ramatís na obra “Jardim dos Orixás”, é definido como a "separação" temporária do corpo astral (ou corpo espiritual) em relação ao corpo físico. Na técnica apométrica, esse fenômeno é provocado pela Primeira Lei da Apometria (Lei do Desdobramento Espiritual), que ocorre quando o dirigente emite uma ordem mental de comando acompanhada de pulsos energéticos (geralmente uma contagem pausada de 1 a 7 com estalar de dedos).


Essa ação rompe a coesão molecular entre os corpos mediadores, permitindo que o médium se projete conscientemente no plano extrafísico.


Por que os Guias e Mentores precisam dele?

Os mentores espirituais utilizam o desdobramento não apenas como um transporte para a alma, mas como uma ferramenta tecnológica de caridade por três motivos principais:


- Acesso a Regiões Densas (Umbral): O corpo astral do médium desdobrado serve como um "traje de mergulho" ou "escafandro" para os mentores. Como o corpo sutil do encarnado ainda possui densidade similar à matéria, ele facilita a movimentação e a visibilidade dos guias em zonas vibratórias pesadas e deletérias.


- Manancial de Energia (Ectoplasma): O desdobramento disponibiliza o manancial de energia zôo (ectoplasma) das células e átomos do corpo físico. Essa energia "emprestada" do médium é fundamental para que os mentores realizem curas, desintegrem "aparelhos parasitas", construam campos de força e transportem levas de desencarnados para hospitais astrais.


- Exaustão Catártica: Ao desdobrar o médium, os guias podem usá-lo como uma ponte vibratória para que ele capte e drene (via catarse) as emoções desequilibradas ou memórias traumáticas de vidas passadas que afligem o consulente, promovendo o alívio imediato.


Reflexão Final


Ramatís ensina: o desdobramento induzido na Apometria retira a mediunidade da passividade clássica e a coloca no campo da ação dinâmica. Somos seres multidimensionais, a nossa energia física (ectoplasma) é o combustível para o labor do Mundo Maior, quando em consórcio com o amor desinteressado. Ao nos desdobrarmos, deixamos de ser apenas observadores da dor alheia para nos tornarmos obreiros ativos que, sob a batuta de mentores laboriosos, ajudam a higienizar as sombras hiperfísicas do planeta e a semear a luz onde o pensamento comum não alcança.


- Mestre Ramatis


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